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Vila Nova de Famalicão
Quinta-feira, 3 Abril 2025
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TEMA

Opinião dos leitores

O que esperar desta legislatura?

A birra do Chega, a ingenuidade do PSD e o desempenho da IL.

O novo consumidor e os supermercados de grandes superfícies em debate

O novo paradigma de compras: desafios e oportunidades na era dos supermercados.

Os imigrantes e os emigrantes

Por todas estas razões e outras, temos o dever de acolher (muito) bem os imigrantes!

Despesas com passeio a Fátima levantam questões de transparência e gestão de dinheiros públicos

A Câmara de Famalicão vai gastar mais de 213 mil euros neste evento. A falta de transparência deixa em aberto a questão de se os contribuintes estão a sentir que o seu dinheiro está a ser bem empregue.

O estado da rede viária na envolvente à cidade de Famalicão

No período de tempo em que já vigora o PDM, o que foi executado é demasiado pouco se comparado com o que foi projetado e ainda falta fazer. Está mais que na hora de fazer grandes obras, como outros concelhos de muito menor expressão têm vindo a fazer.

1984 de George Orwell – Uma reflexão sobre o totalitarismo

A persuasão ideológica, juntamente com a lavagem cerebral, pode tornar o totalitarismo numa realidade.

Famalicão: um concelho pouco móvel

Aqui ao lado é completamente diferente. O executivo camarário não teve a preocupação de gastar centenas de milhares de euros em embelezar uma central de camionagem, mas sim adquirir autocarros (no caso elétricos) e dotar o município de uma adequada rede de transportes públicos rodoviários.

Uma delícia para a audição

Com sede em Amesterdão, o Maat Saxophone Quartet é composto exclusivamente por jovens músicos portugueses. Um deles é a famalicense Mafalda Oliveira.

Obras no centro da cidade: provavelmente a data “Natal” não vai chegar

Só alguém desprovido de bom senso poderia afirmar que as obras ficariam prontas a 31 de julho. Talvez nem no Natal esteja tudo completamente concluído, reparações de danos colaterais incluídas.

Sugestão de edifício para abrigar uma residência estudantil no centro da cidade

E por que não usar um edifício em ruínas que vem sendo escondido com telas publicitárias? Repovoava o centro de Famalicão, sem retirar serviços da cidade e limpava um local degradado.

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